CORPO E ÁGUA: OS BANHOS PÚBLICOS EM PORTUGAL NA IDADE MÉDIA

  • Luísa Trindade CES / FLUC

Resumo

Afastado há muito o mito da extinção da prática do banho na Idade Média Ocidental, a sua expressão
na sociedade portuguesa permanece, todavia, praticamente desconhecida. De facto, o conjunto de
referências documentais que atesta a existência de banhos públicos na maioria das cidades e vilas, não
tem sido suficiente para suscitar de forma significativa o estudo desta temática. É neste contexto que,
assumindo um claro partido exploratório, o presente artigo procura sistematizar algumas questões: a
expressão material destes equipamentos (estrutura, eventual especificidade arquitectónica), mas também
a forma como o banho marcou as vivências quotidianas, generalizadamente aceite e praticado pelas
suas qualidades terapêuticas ou, sob apertada vigilância e progressiva condenação, vivenciado como
momento lúdico de marcada sociabilidade.
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Publicado
2015-04-14
Como Citar
TRINDADE, Luísa. CORPO E ÁGUA: OS BANHOS PÚBLICOS EM PORTUGAL NA IDADE MÉDIA. digitAR - Revista Digital de Arqueologia, Arquitectura e Artes, [S.l.], n. 2, p. 206-221, abr. 2015. ISSN 2182-844X. Disponível em: <http://impactum-journals.uc.pt/digitar/article/view/2242>. Acesso em: 17 dez. 2017.
Secção
IV - As Arquitecturas do Corpo

Palavras-chave

Banhos públicos; Idade Média; Urbanidade