Jogo patológico em 3D: Variáveis familiares, conjugais e individuais

  • Diana Cunha Aluna de doutoramento da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
  • Gabriela Fonseca Aluna de doutoramento da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
  • Ana Paula Relvas Professora Catedrática da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Investigadora do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Resumo

Este trabalho integra e articula os principais resultados do projeto “Jogo patológico em 3D: Variáveis familiares, conjugais e individuais”, dispersos por cinco artigos científicos. Os resultados indicam que os jogadores patológicos constituem um grupo heterogéneo com diferentes severidades do problema jogo, revelando-se uma relação positiva entre o aumento da gravidade do jogo patológico e da quantidade e intensidade de dificuldades
individuais, conjugais e familiares associadas. A ordem pela qual estas dificuldades se fazem notar parece colocar as dificuldades familiares e a diferenciação do self em último lugar e as dificuldades conjugais e individuais em primeiro. As áreas conjugal e familiar são pouco consensuais entre jogador(es) e cônjuge(s), sendo a perspetiva do(s) primeiro(s) menos marcada pelo défice ou mais otimista do que a do(s) segundo(s). A articulação destes dados conduziu a uma reflexão integradora sobre o tema, sistematizada através da reformulação do Modelo Sistémico Integrador do Jogo Patológico.

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Publicado
2017-04-06
Como Citar
CUNHA, Diana; FONSECA, Gabriela; RELVAS, Ana Paula. Jogo patológico em 3D: Variáveis familiares, conjugais e individuais. Psychologica, [S.l.], p. 23-44, abr. 2017. ISSN 1647-8606. Disponível em: <http://impactum-journals.uc.pt/psychologica/article/view/4111>. Acesso em: 17 out. 2017.
Secção
Articles

Palavras-chave

jogo patológico; família; casal; indivíduo

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