Tecnologias: Nosso Exoesqueleto e um Sonho Educativo Colaborativo

  • Roque Strieder Doutor em Educação pela Universidade Metodista de Piracicaba; Professor do Programa de Mestrado em Educação da Universidade do Oeste de Santa Catarina; Temáticas de estudo: Educação e Formação Humana. Ética e Educação.
  • Andreia de Andrade Moraz Licenciada em Pedagogia e mestre pelo Programa de Mestrado em Educação na Universidade do Oeste de Santa Catarina.

Resumo

A espécie humana evoluiu imersa em natureza, instrumentos técnicos e linguagens. A interação cooperativa e conflitiva dos ingredientes dessa coevolução foi sempre sumamente complexa. A expansão científico-tecnológica da atualidade aumenta significativamente essa complexidade. Diante disso, o objetivo do estudo, uma buscagem em referenciais teóricos, é verificar possibilidades e implicações epistemológicas de pensar a construção de uma nova arquitetura aprendente, envolvendo, além dos humanos aprendentes, as tecnologias digitais e os demais elementos não humanos presentes na biosfera. Concluímos que as TIC (Tecnologias da Informação e Comunicação) potencializadas podem ser admiráveis recursos de contato, relacionamento inter-humano, relacionamento para com a biodiversidade e o meio ambiente, pois em seu bojo residem chances inéditas de ampliação efetiva da sensibilidade rumo à consolidação do projeto de humanidade e de um planeta habitável; também que os ambientes escolares reconheçam a profunda cisão criada pelas tecnologias digitais para compreenderem a colaboração possível em estreita associação com os ecossistemas interativos.

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Publicado
2017-04-07
Como Citar
STRIEDER, Roque; MORAZ, Andreia de Andrade. Tecnologias: Nosso Exoesqueleto e um Sonho Educativo Colaborativo. Revista Portuguesa de Pedagogia, [S.l.], p. 27-40, abr. 2017. ISSN 1647-8614. Disponível em: <http://impactum-journals.uc.pt/rppedagogia/article/view/4128>. Acesso em: 17 ago. 2017.
Secção
Artigos

Palavras-chave

educação; tecnologias; colaboração