A colonização portuguesa na região de Cabo Frio (Rio de Janeiro, Brasil) e o desenvolvimento da atividade piscatória

  • Olegário Nelson Azevedo Pereira Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPG‑MA/UERJ); Centro de Estudos da População Economia e Sociedade/ FAPERJ/CEPESE
  • Elza Maria Neffa Vieira de Castro Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPG‑MA/UERJ)
  • Maria Rosário Bastos
  • João Alveirinho Dias CIMA – Centro de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Algarve
  • Maria Antonieta da Conceição Rodrigues Faculdade de Geologia Universidade do Estado do Rio de Janeiro – UERJ
  • Luís Cancela da Fonseca MARE/Laboratório Marítimo da Guia, Portugal Centro de Ciências e Tecnologias da Água Universidade do Algarve

Resumo

A região de Cabo Frio, área objeto deste estudo, está localizada na baixada litorânea do Estado do Rio de Janeiro, Brasil. As suas condições naturais, nomeadamente a existência do sistema lagunar de Araruama e a ocorrência do fenómeno da ressurgência no seu litoral, proporcionaram uma zona favorável à exploração de recursos marinhos, fomentando a fixação humana e o posterior desenvolvimento da pesca lagunar e costeira. Nesse sentido, a atividade apesar de ser praticada pelos povos indígenas estabelecidos na região, no século dezassete, com a efetivação da colonização portuguesa em Cabo Frio observou-se a sua intensificação e desenvolvimento. Tendo em conta as caraterísticas do meio no propiciar de recursos piscícolas, pretende-se analisar diacronicamente a evolução da prática piscatória na região, por meio da investigação de documentação histórica.

Palavras-chave

História Ambiental; Sistemas lagunares; Zonas costeiras; Recursos marinhos

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Publicado
2018-04-03
Como Citar
PEREIRA, Olegário Nelson Azevedo et al. A colonização portuguesa na região de Cabo Frio (Rio de Janeiro, Brasil) e o desenvolvimento da atividade piscatória. Revista Portuguesa de História, [S.l.], v. 48, p. 151-173, abr. 2018. Disponível em: <http://impactum-journals.uc.pt/rph/article/view/5520>. Acesso em: 24 jun. 2018.
Secção
Mobilidades e Migrações