https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/issue/feedBoletim da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra2020-09-03T11:18:49+01:00BGUCimprensauc@ci.uc.ptOpen Journal Systems<p>O <em>Boletim</em> assume-se como herdeiro do <em>Archivo Bibliographico da Bibliotheca da Universidade de Coimbra </em>que veio pela primeira vez a lume em janeiro de 1901 e que se manteve, sem interrupções, até maio de 1913. De janeiro de 1914 até finais de 1916 viria a público com uma designação ligeiramente diferente: <em>Boletim Bibliográfico da Biblioteca da Universidade de Coimbra</em>. A partir do vol. 4 (jan./jun. 1917) publicou-se com o título <em>Boletim da Biblioteca da Universidade de Coimbra</em>, e assim se manteve até ao vol. 46/47 (2015/2016), quando assumiu a atual designação de <em>Boletim da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra. </em>Tem como principal objetivo o estudo e a divulgação dos fundos documentais da Biblioteca Geral e de todas as bibliotecas da Universidade de Coimbra. Encontra-se aberto a toda a comunidade científica portuguesa e estrangeira para a publicação de trabalhos no âmbito da Biblioteconomia e da Cultura, dando preferência aos que tenham por objeto acervos existentes na Universidade ou com eles relacionados. O <em>Boletim da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra</em> é publicada em suporte digital, com acesso aberto, ficando alojado na plataforma Impactum da Imprensa da Universidade de Coimbra. Haverá também lugar a impressão em papel.</p>https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_0A Universidade de Coimbra e a sua Biblioteca: mudança permanente2020-09-03T11:18:49+01:00João Gouveia Monteirojoao.g.monteiro@uc.pt2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_2Doze proposições sobre livros, leitura e hospitalidade2020-09-03T11:18:48+01:00João Maria Andréjmandre@sapo.pt2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_3AlmaMater: património bibliográfico e identidade na Universidade de Coimbra2020-09-03T11:18:47+01:00Ana Eva Miguéisevamigueis@sib.uc.pt<p>A AlmaMater é a biblioteca digital de fundo antigo da Universidade de Coimbra, apresentada publicamente em julho de 2010. A AlmaMater congrega várias coleções digitais representativas da Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra, das bibliotecas de diferentes unidades orgânicas e, também, bibliotecas temáticas, como é o caso da República Digital, História da Ciência ou Mapas Nabais Conde, que assinalam acontecimentos ou factos importantes diversos e que constituem, no seu conjunto, um repositório bibliográfi co de grande valor histórico, bibliográfi co e documental. A Alma- Mater resultou de um propósito muito claro da Universidade de Coimbra, que foi o de promover e facilitar o acesso aos fundos antigos das suas bibliotecas, aos investigadores e ao grande público, e de os disponibilizar através de uma plataforma na Internet, dando a conhecer o importante património bibliográfico da Universidade e reforçando a sua identidade. Os recursos digitais disponibilizados na AlmaMater abarcam um conjunto diversifi cado de documentos – livros, jornais, revistas, fotografias, mapas, gravuras – que vão do Séc. XIII ao séc. XX, sendo possível percorrer todo este intervalo de tempo, de forma ágil e intuitiva. Neste texto, pretende-se abordar os aspetos mais significativos desta biblioteca digital, fazendo referência à sua estrutura e organização, aos fundos bibliográficos que a constituem, aos aspetos e funcionalidades desenvolvidas e às melhorias implementadas ao longo do tempo. Reconhece-se que a experiência adquirida no tratamento do património bibliográfico da Universidade de Coimbra, o acompanhamento dos processos de digitalização, o desenvolvimento de plataformas digitais e a integração de objetos digitais foram fatores determinante para o sucesso deste projeto. Conclui-se, afirmando que a AlmaMater é um projeto de grande importância estratégica, com impacto na divulgação do valioso património cultural da Universidade de Coimbra junto de investigadores nacionais e internacionais, e também junto dos cidadãos, cumprindo deste modo com uma importante função universitária, a de suscitar a curiosidade de novos públicos.</p>2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_4Mapas Nabais Conde: catalogação do Fundo2020-09-03T11:18:47+01:00Maria de Fátima Moura de Carvalhofmoura@bg.uc.ptTeresa Margarida Simões Mendesuc43220@uc.pt<p>Em 2011, a Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra adquiriu a Coleção de Mapas Nabais Conde. Após a digitalização dos 1191 mapas, iniciou-se o seu tratamento técnico, que decorreu entre janeiro de 2017 e janeiro de 2018. Terminado o tratamento técnico e analisando a coleção, pode-se observar que, no que concerne à época de publicação, o século XVIII é o mais representado, da mesma forma que o Reino Unido, a França e a Holanda são os países de onde procede a maioria dos editores/impressores. O mapa mais valioso é um mapa de Portugal segundo Álvaro Seco, datado de 1560, e orientado a Ocidente. Grande parte dos mapas são representações de Portugal. Além dos mapas encontramos ainda cartas náuticas, assim como inúmeras imagens que representam vistas de cidades. Quanto ao tratamento catalográfico, foi usada a ISBD (edição consolidada); o Fundo foi classificado com a Classificação Decimal Universal e indexado com termos de indexação da base de dados Millennium da Universidade de Coimbra.</p>2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_5Jaime Cortesão, correspondência de exílio para o irmão Armando2020-09-03T11:18:46+01:00A. E. Maia do Amaralaemaia@bg.uc.pt<p>Publicação de 73 cartas da correspondência de Jaime Cortesão com o irmão mais novo Armando Cortesão. Abrangendo os anos de 1933 a 1941, cobrem parte significativa do exílio destes dois historiadores e resistentes antifascistas portugueses. O núcleo encontra-se integrado no Arquivo pessoal de Armando Cortesão, entregue à BGUC e incorporado em 2009, com a cotas Ms. AC.</p>2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_6Conceito de obras nas FRBR, RDA e BIBFRAME2020-09-03T11:18:45+01:00Maria de Fátima Moura de Carvalhofmoura@bg.uc.pt<p>Pretendemos fazer uma apresentação da noção de obra nas FRBR (Functional Requirements of Bibliographic Records), RDA (Resource, Description and Acess) e BIBFRAME (Bibliographic Framework Transition Initiative). Este artigo tem como base a dissertação de mestrado apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em fevereiro de 2019. Com o aparecimento das FRBR, o conceito de obra torna-se fundamental para mudar o foco no tratamento bibliográfico dos fundos documentais. A obra é a entidade de nível mais elevado e as expressões, manifestações e itens são tratados com relação hierárquica com esta obra. Apresentamos a evolução deste conceito ao longo da história da biblioteconomia. Segue-se a apresentação do aparecimento das FRBR, RDA e BIBFRAME e os conceitos de obra nestes documentos/projetos.</p>2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_7A construção dos novos estabelecimentos da Reforma Pombalina da Universidade de Coimbra, dirigida por Guilherme Elsden2020-09-03T11:18:44+01:00Rui Loborlobo@uc.pt<p>Há cerca de três anos, iniciámos um processo de cotejo sistemático da documentação escrita relativa à Reforma Pombalina da Universidade de Coimbra (1772-1777), com os levantamentos, desenhos e projetos para os novos estabelecimentos, dirigidos e produzidos pelo Tenente-Coronel de origem britânica Guilherme Elsden. Nesse quadro, realizámos uma comunicação para o ciclo de conferências «A Universidade de Coimbra no caminho para a Contemporaneidade», da 19ª Semana Cultural da Universidade de Coimbra (dedicada ao tema «Quem somos?»), que teve lugar na Casa das Caldeiras, em Coimbra, a 27 de abril de 2017. Coordenámos, seguidamente, uma exposição de desenhos da Reforma Pombalina, no Museu Nacional de Machado de Castro (com a Dr.ª Virgínia Gomes, patente entre outubro de 2018 e fevereiro de 2019), onde pudemos organizar cronologicamente um conjunto alargado de peças gráfi cas (algumas pertencentes à Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra), sequência que veio validar e reforçar a nossa primeira leitura dos factos. No presente artigo (que resulta, em grande medida, do texto da comunicação de 2017) retomamos o estabelecimento de uma base cronológica para a datação de alguns desenhos-chave que foram sendo realizados no curto espaço de pouco mais de um ano, entre finais de 1772 e inícios de 1774. A seriação desses desenhos mostra como a Reforma Pombalina recebeu um incremento no impacto urbano e na escala das suas arquiteturas durante esse tempo, em particular na definição de estabelecimentos como o Observatório Astronómico e o Laboratório Chimico. Esse incremento deveu- -se, em parte, ao desenvolvimento natural das propostas, mas também, e em grande medida, ao competente desempenho de Elsden e ao crescente entusiasmo do próprio Marquês de Pombal em relação aos novos projetos.</p>2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_8Atividades Culturais 20192020-09-03T11:18:43+01:00Maria Luísa Sousa Machadolmachado@bg.uc.ptJosé Alberto Mateusjomat@bg.uc.pt2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##https://impactum-journals.uc.pt/bbguc/article/view/2184-7681_50_9Catálogos de exposições bibliográficas2020-09-03T11:18:42+01:00Biblioteca Geral da Universidade Coimbraboletim@bg.uc.pt2020-02-26T00:00:00+00:00##submission.copyrightStatement##