https://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/issue/feedConimbriga2020-11-12T13:04:25+00:00Carla Rosagapci@fl.uc.ptOpen Journal Systems<p>A <em>Conimbriga</em>, editada desde 1959, é uma revista de Arqueologia com periodicidade anual.<br>Publica trabalhos originais de âmbito teórico e metodológico, resultados da investigação arqueológica, sínteses e estudos críticos. Incorpora no final uma secção de recensões. Focando a sua atenção naquela área científica, acolhe igualmente contribuições de outras áreas com as quais a Arqueologia interage num plano transdisciplinar. Os trabalhos são sujeitosà arbitragem científica de especialistas, num processo de avaliação cega. A revista segue uma política de livre acesso aos seus conteúdos.</p>https://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/article/view/1647-8657_59_7Recensão a BARATTA, Giulia – Benest, malest: Archeologia di un Gioco Tardo-Repubblicano, Edicions de la Universitat de Barcelona, Barcelona, 2019. Nº 67 da Col.lecció Instrumenta. ISBN 978-84-9168-317-9. 290 páginas, ilustradas.2020-11-12T13:03:44+00:00José D'Encarnaçãojde@fl.uc.pt2020-03-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 Conimbrigahttps://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/article/view/1647-8657_59_8Recensão a RANILLA GARCÍA, Melquíades (coord.) – História de una excavación horizontal: el hallazgo y la extracción de material lapidario en la Muralla de León, León, 2016. ISBN: 978-84-941234-7-42020-11-12T13:03:49+00:00Armando Redentoraredentor@gmail.com2020-03-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 Conimbrigahttps://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/article/view/1647-8657_59_1Um conjunto de instrumental têxtil da Necrópole da I Idade do Ferro da Herdade do Pêgo (Ourique, Portugal)2020-11-12T13:04:10+00:00Francisco B. Gomesfranciscojbgomes@gmail.com<p>Entre os materiais da necrópole da I Idade do Ferro da Herdade do Pêgo (Ourique) atualmente depositados no Museu Nacional de Arqueologia conta-se um conjunto de peças relacionadas com a produção têxtil, nomeadamente cossoiros e <em>pondera</em> ou pesos de tear. O estudo morfológico e decorativo destas peças revela a sua plena integração no panorama do instrumental têxtil regional durante o período em questão, ao passo que o seu estudo técnico demonstra a sua perfeita adequação a funções relacionadas com a fiação e a tecelagem. O significado da deposição destas peças num ambiente funerário é, de momento, difícil de precisar, podendo decorrer tanto de uma crescente valorização social e económica das atividades têxteis, rastreável noutros contextos deste período, como de um simbolismo mágico-religioso específico ligado a essas atividades e aos materiais que lhe estão associados.</p>2020-03-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 Conimbrigahttps://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/article/view/1647-8657_59_2Os aglomerados secundários no interior da Lusitania, e o caso do sítio da Quinta do Ervedal (Castelo Novo, Fundão)2020-11-12T13:03:59+00:00André Gadanhoandre_gadanho@hotmail.com<p>Analisa-se a problemática em torno do tipo de ocupação da Quinta do Ervedal (Castelo Novo, Fundão), sítio que alguns investigadores afirmam tratar-se de um aglomerado secundário do tipo <em>vicus</em>. Procuramos aprofundar esta discussão, aferindo de que forma os dados epigráficos e arqueológicos disponíveis sobre os <em>vici </em>no interior da província da <em>Lusitania, </em>obtidos através das várias investigações que têm abordado a temática do povoamento rural em época romana na Beira Interior, suportam ou não esta tese.</p>2020-03-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 Conimbrigahttps://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/article/view/1647-8657_59_3Rumansil I (Murça-do-Douro): um complexo artesanal antigo no Vale do Douro2020-11-12T13:03:55+00:00Pedro Pereirapedro.abrunhosa.pereira@gmail.comTony Silvinotony.silvino@eveha.frAntónio do Nascimento Sá Coixãosacoixao@hotmail.com<p>A zona em torno da vila de Freixo de Numão (Vila Nova de Foz Côa) é sobejamente conhecida pela historiografia clássica devido à presença de uma série de estabelecimentos rurais no seu entorno. Entre os vários sítios romanos, destaca-se Rumansil I pela variedade de atividades aí realizadas: metalurgia de ferro e chumbo, produção cerâmica, tanto de <em>dolia</em> como de peças finas e comuns, e produção de vinho. Os dados disponíveis não permitem a datação do início da construção deste sítio, mas fornecem indicações de que o seu abandono terá ocorrido a partir da segunda metade do século III da nossa Era, com uma ocupação limitada durante o século IV. Rumansil I situa-se num território dominado pelo granito, a poucos quilómetros a Sul do Rio Douro. O estudo deste sítio foi fundamental para compreender a rede de estabelecimentos rurais romanos em torno de Freixo de Numão, local que, aliás, durante muito tempo, se pensava ter sido a capital de um território indígena e que terá jogado um papel importante na organização do espaço rural desta zona do Douro durante a Antiguidade.</p>2020-03-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 Conimbrigahttps://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/article/view/1647-8657_59_4El Carmen Epigráfico de Parreitas o los pecios de un naufragio en la Albufera de la Pederneira2020-11-12T13:04:06+00:00Alberto Bolaños-Herreraalbertobolagnos@gmail.com<p>En la primera década de este siglo y en el contexto de las excavaciones del sitio arqueológico de Parreitas (freguesía de Bárrio) se encontraron dos fragmentos de una inscripción latina, el único testimonio escrito del yacimiento. El léxico inusual que presentaba llevó a su primer y único editor, A. Guerra, a deducir sagazmente que se trataba de los restos de un <em>carmen Latinum epigraphicum </em>(<em>CLE</em>). El presente trabajo propone una nueva visión de la pieza a partir de una metodología que combina criterios epigráficos y filológicos; se proporcionan observaciones adicionales sobre su soporte físico y una profunda revisión de la edición del texto, fruto del estudio métrico y de sus posibles paralelos epigráficos y literarios. Estas nuevas apreciaciones conducen a proponer una nueva interpretación, donde todos los indicios apuntan al epitafio de un náufrago.</p>2020-03-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 Conimbrigahttps://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/article/view/1647-8657_59_5Noticia y análisis de un fragmento marmóreo con simbología judía procedente de Mérida2020-11-12T13:04:25+00:00Raúl González Salinerorgsalinero@geo.uned.es<p>En el presente artículo se da a conocer la existencia de un nuevo vestigio material de época tardoantigua perteneciente a la comunidad judía emeritense. La singularidad de la menorá que, flanqueada por un sofar y un lulaḅ, se sitúa en el centro del fragmento marmóreo, no sólo avala su carácter genuino, sino que, en combinación con otros argumentos verificables, permite a su vez aventurar una plausible cronología de la pieza (de finales del siglo IV o pleno siglo V E.C.). Partiendo de algunos de los rasgos intrínsecos que presentan los motivos decorativos, es posible también defender la hipótesis de que el fragmento conservado formase parte integrante de una inscripción funeraria desafortunadamente perdida.</p>2020-03-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 Conimbrigahttps://impactum-journals.uc.pt/conimbriga/article/view/1647-8657_59_6Um Amuleto Romano no Museu Nacional de Arqueologia2020-11-12T13:04:18+00:00Virgílio Hipólito Correiavrglcorreia@gmail.com<p>Publica-se um amuleto romano do tipo “pedra mágica”, da coleção de Vergílio Correia, que se conserva no Museu Nacional de Arqueologia, sendo provavelmente proveniente de Conimbriga.</p>2020-03-20T00:00:00+00:00Direitos de Autor (c) 2020 Conimbriga