Humanitas
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<p>A <em>Humanitas</em> é a mais antiga revista publicada em Portugal especializada em Estudos Clássicos Greco-Latinos e Renascentistas, mas aberta a contributos de áreas dialogantes (História, Arqueologia, Filosofia, Religião, Arte, Retórica, Receção dos Clássicos, entre outras). Tem mantido um ritmo de publicação anual regular, desde o ano da sua criação, em 1947, e é propriedade do Instituto de Estudos Clássicos da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.</p>Imprensa da Universidade de Coimbrapt-PTHumanitas0871-1569<p>Os autores conservam os direitos de autor e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho simultaneamente licenciado sob a <a href="http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/" target="_new">Licença Creative Commons Attribution</a> que permite a partilha do trabalho com reconhecimento da autoria e publicação inicial nesta revista.</p>O Módulo arquitectónico vitruviano, os seus fundamentos filosóficos e o seu impacto na arquitetura romana provincial
https://impactum-journals.uc.pt/humanitas/article/view/17942
<p>O uso do módulo arquitetónico por Vitrúvio e pelos arquitetos que ele inspirou é analisado quanto aos seus fundamentos filosóficos, que são identificados na inspiração de Xenócrates em quatro princípios essenciais: a simetria, o ritmo, a precisão e a solução do problema ótico em função da percepção da obra de arte.</p> <p>A utilização destes princípios na arquitetura romana provincial é verificada através dos exemplos de monumentos de Conimbriga, que ilustra também a percolação deles para outras construções, em que a agência de um arquiteto não é tão evidente, e finalmente para obras mesmo de cariz popular.</p> <p>A importância desses princípios para a afirmação do fenómeno urbano como elemento essencial da presença romana é sustentada.</p>Virgílio Hipólito Correia
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85Ideology and the Issues of the Renaissance Project in Algeria
https://impactum-journals.uc.pt/humanitas/article/view/17884
<p>The post-independence period in Algeria witnessed reactions from Algerian elites regarding various issues related to building a renaissance project. This period saw an intense movement in intellectual theses aimed at establishing a set of practical values on which this project would be based. However, any proposal that clashed with the ideological orientation of the ruling authority was dismissed as "singing out of tune." Deviating from the authority’s ideology was viewed as a "voice of opposition." Many Algerian intellectual elites faced different forms of marginalization and exclusion, with figures like Sheikh Al-Bashir Al-Ibrahimi and Malek Bennabi being prime examples of the symbolic repression imposed on various Renaissance ist theses. These were seen by the official ideology as attempts to tear apart the "option" adopted by the authority as the foundation for its various paths to Renaissance .</p> <p>This research paper attempts to present the ongoing debate surrounding issues related to the challenges of renaissance in Algeria. It also explores how ideology and counter-ideology continue to engage in "lazy cursing" and "futile criticism," which do not offer real insights into a functional Renaissance project but instead pose "argumentative" issues that hinder rather than serve the paths to Renaissance . This leaves the renaissance trapped in a cyclical debate that constantly restarts where it ends.</p> <p> </p> <p><strong>Keywords:</strong> Ideology – Renaissance Project – Authority – Elites.</p>Abdelkader Leshab
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85Belchior Beliago visto pelos olhos do escocês George Buchanan e (um pouco) pelos seus
https://impactum-journals.uc.pt/humanitas/article/view/17867
<p>Neste artigo-homenagem reúnem-se e traduzem-se, contextuadas e comentadas, as sete composições poéticas que o poeta neolatino escocês George Buchanan escreveu contra o humanista portuense Belchior Beleago, cuja quase esquecida existência e escassa obra latina são também aqui evocadas, sobretudo mediante a tradução de dois textos proemiais.</p>António Guimarães da Silva Pinto
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85Escrita literária e experiência migratória feminina. Caso de Zeida de Nulle Part, de Leila Houari
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<p> </p> <!--a=1-->Nora EL ALAOUI
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85La amistad en Eurípides, Aristóteles y Plutarco
https://impactum-journals.uc.pt/humanitas/article/view/17832
<p>Este trabajo pretende estudiar el concepto que tenían sobre la amistad tres autores griegos muy significativos, aunque pertenecientes a épocas y géneros muy diferentes: Eurípides, Aristóteles y Plutarco. Sus reflexiones intelectuales y morales sobre este tema sobrepasan con mucho a las de los restantes autores de la literatura griega. El material seleccionado (textos breves o frases con sentido propio) se ha distribuido en catorce apartados, que pretenden reflejar los distintos matices que del concepto de amistad se pueden encontrar en los tres autores estudiados. Son 96 textos (en griego y español): 26 de Eurípides, 38 de Aristóteles y 32 de Plutarco. Incluimos algunas consideraciones previas de tipo etimológico y semántico sobre el término φιλία.</p>Antonio Ramón Navarrete Orcera
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