Atendimento psicológico a populações de baixa renda. Considerações acerca do interjogo cultura e subjetividade

  • Junia de Vilhena Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
  • Joana de Vilhena Novaes Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro
  • Maria Inês Garcia de Freitas Bittencourt Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Resumo

A clínica psicanalítica com populações de baixa-renda constitui-se como um campo novo de trabalho e de pesquisa. A Psicanálise, pelo menos no Brasil, é, freqüentemente, acusada de ser ineficaz no tocante a este tipo de atendimento, sendo um dos seus mais instigantes desafios sua inserção na realidade brasileira, marcada por imensa apartação social. O presente trabalho tem como objetivo discutir o atendimento psicanalítico a populações de baixa renda, tomando como eixo de reflexão a indissociabilidade entre o singular do sujeito e o universal da cultura, aqui tematizada como um dos fundamentos de nosso dispositivo clínico na busca da compreensão do sujeito que sofre. Discutimos, ainda, como a psicanálise nos dá as ferramentas apropriadas, sobretudo, quando estabelecemos um diálogo com outros campos do saber.
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Publicado
2010-01-01
Como Citar
VILHENA, Junia de; NOVAES, Joana de Vilhena; BITTENCOURT, Maria Inês Garcia de Freitas. Atendimento psicológico a populações de baixa renda. Considerações acerca do interjogo cultura e subjetividade. Psychologica, [S.l.], p. p. 55-67, jan. 2010. ISSN 1647-8606. Disponível em: <https://impactum-journals.uc.pt/psychologica/article/view/1141>. Acesso em: 22 ago. 2019.
Edição
Secção
Artigos

Palavras-chave

Cultura; apartação social; sofrimento psíquico; psicanálise

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