Ser ou não ser praxado? A teoria da ação planeada como modelo para compreender a participação dos caloiros na praxe académica

  • Isabel Correia Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Centro de Investigação e Intervenção Social (CIS-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Diogo Alves Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Margarida Jarego Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Katherine Lopes Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Diana Rodrigues Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Lídia Abrantes Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Ania Boloca Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Bruno Carvalho Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Marta Diogo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Catarina Grosso Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Marília Ferreira Massa Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Rita Mateus Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Rafaela Fonseca Pereira Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Sara Pina Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Guilherme Galhardo Pinheiro Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Regina Pinto Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Alexandre Rilho Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.
  • Maria Beatriz Timóteo Instituto Universitário de Lisboa (ISCTE-IUL), Lisboa, Portugal.

Resumo

Com este estudo pretendemos investigar quais são os preditores da intenção de participação dos caloiros na praxe académica. Para tal, recorremos à teoria da ação planeada (Ajzen, 1991) que permite analisar o peso relativo das atitudes, da norma subjetiva, e do controlo comportamental percebido nas intenções de ser praxado. Os participantes, estudantes universitários (N = 353) a frequentar o 1º ano de uma Licenciatura, preencheram um questionário. Os resultados confirmaram o valor preditivo da teoria, tendo sido a atitude e o controlo comportamental percebido preditores significativos da intenção dos caloiros em serem praxados. A norma subjetiva não se mostrou um preditor significativo. As implicações teóricas e sociais destes resultados são discutidas.

Palavras-chave

praxe académica, teoria da ação planeada, atitude, norma subjetiva, controlo comportamental percebido

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Publicado
2018-12-17
Como Citar
CORREIA, Isabel et al. Ser ou não ser praxado? A teoria da ação planeada como modelo para compreender a participação dos caloiros na praxe académica. Psychologica, [S.l.], v. 61, n. 2, p. 69-92, dez. 2018. ISSN 1647-8606. Disponível em: <https://impactum-journals.uc.pt/psychologica/article/view/6060>. Acesso em: 18 ago. 2019.
Secção
Artigos