Poderão as pessoas comuns cobrir conflitos? O potencial das tecnologias dos novos media

  • Linda Steiner Philip Merrill College of Journalism, University of Maryland

Resumo

O envolvimento de não-profissionais na produção de notícias tem aumentado drasticamente, em especial através da utilização de novas tecnologias e aplicações: telefones por satélite, Skype, Twitter, YouTube, blogging, som e imagem em streaming e redes sociais. Mas o jornalismo cidadão é controverso, particularmente no que diz respeito à cobertura de guerra. Neste artigo, considero em que medida as pessoas sem formação em jornalismo, mas ‘armadas’ com ferramentas de reportagem, podem relatar guerras e conflitos. Começo por sumariar os desafios desta prática para as organizações de notícias que tentam cobrir guerras e conflitos internacionais e descrever vários projetos que ajudam freelancers e cidadãos. Tendo em conta os perigos para uns e outros, sugiro, depois, algumas intervenções viáveis.

Palavras-chave

Jornalismo cidadão, novas tecnologias mediáticas, cobertura de guerra e conflitos

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Publicado
2017-11-09
Como Citar
STEINER, Linda. Poderão as pessoas comuns cobrir conflitos? O potencial das tecnologias dos novos media. Mediapolis – Revista de Comunicação, Jornalismo e Espaço Público, [S.l.], n. 4, p. 101-133, nov. 2017. ISSN 2183-6019. Disponível em: <http://impactum-journals.uc.pt/mediapolis/article/view/4778>. Acesso em: 15 ago. 2018.