Um estudo antropológico sobre a perturbação de hiperactividade com défice de atenção na criança
DOI:
https://doi.org/10.14195/2182-7982_28_1Palavras-chave:
Hiperactividade, criança, antropologia médica, psiquiatriaResumo
O trabalho que me proponho realizar baseia-se num estudo antropológico sobre criança hiperactiva. Ao longo de toda a pesquisa antropológica tenho como objectivo, por um lado, contribuir com um olhar mais atento ao tema criança, situar a etnografia na Antropologia médica e psiquiátrica e compreender a emergência da categoria em análise no contexto psiquiátrico. Por outro lado, no terreno, pretendo abordar o modo como é deslindado o diagnóstico hiperactivo, como a doença é entendida em contexto familiar, comunitário, escolar e como a própria criança gere o seu papel de doente, a estigmatização e o controlo exercido no seu corpo, nomeadamente, através da medicação. Neste sentido, é também útil abordar as dicotomias illness/disease, bem como estudar o modo como se delineiam as fronteiras entre o “normal” e o “patológico”. Torna-se também relevante analisar, não só, o legado biológico mas sobretudo social quanto à etiologia e ideia de representação social da doença.
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