Eduardo Kac e o Oitavo Dia: Reflexões sobre uma ecologia transgénica

Autores

  • Pedro Valente Universidade de Coimbra, Faculdade de Direito

DOI:

https://doi.org/10.14195/2182-7982_27_9

Palavras-chave:

Bio-arte, arte transgénica, biotecnologia, ética, ecologia

Resumo

O artigo que seguidamente se apresenta estuda uma obra realizada através das novas práticas artísticas que resultam das relações de cooperação que se têm verificado recentemente entre os domínios da arte e da tecno-ciência e a que se convencionou chamar “bio-arte”. Tendo em conta as criações que daí resultam, particularmente as que recorrem à engenharia genética, o cenário apresentado poderá parecer alarmante, mas a realidade revela-se diferente. Assim, ao longo do trabalho efectuado, após análise das formas de intervenção da bio-arte, verificou-se que elas são eminentemente de carácter social, questionando criticamente os avanços da ciência contemporânea, e revestindo-se de enormes preocupações éticas, não alarmando, mas alertando o público para as questões dos nossos dias.

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Publicado

2010-06-28