A linguagem das fracturas: a perspectiva da Antropologia Forense
DOI:
https://doi.org/10.14195/2182-7982_23_10Palavras-chave:
Fracturas, morte, violência, perimortais, antropologia forenseResumo
Os ossos, o material mais resistente do corpo humano, têm uma capacidade ímpar para registar muitos episódios ocorridos em vida, na altura da morte e até mesmo depois da morte. As lesões traumáticas estão entre as marcas deixadas nos ossos mais informativas, o que faz delas uma fonte única de registos sobre violência, cabendo ao antropólogo forense a tarefa de as decifrar.
As lesões traumáticas relacionadas com a morte são as mais violentas, razão pela qual foram as seleccionadas para desenvolver no presente artigo, designadamente as provocadas por arma de fogo, os traumas de natureza contundente e as lesões incisas ou cortantes. Cada uma destas lesões perimortais é abordada no contexto da determinação da causa da morte ou da etiologia médico‑legal. Para uma melhor interpretação de cada um destes tipos, são abordados alguns conceitos de biomecânica das lesões e referidos alguns casos práticos ilustrativos.
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