Influencia de las patologías en los indicadores de edad adulta del coxal: estudio preliminar

Autores

  • Carme Rissech Universitat Autònoma de Barcelona, Unitat d’Antropologia. Departament de Biologia Animal, Vegetal i Ecologia | Universidade de Coimbra, Departamento de Antropologia
  • Aurore Schmitt Université Bourdeaux, Laboratoire d’Antropologie des Populations du Passé
  • Assumpció Malgosa Universitat Autònoma de Barcelona, Unitat d’Antropologia. Departament de Biologia Animal, Vegetal i Ecologia
  • Eugénia Cunha Universidade de Coimbra, Departamento de Antropologia

DOI:

https://doi.org/10.14195/2182-7982_21_12

Palavras-chave:

Estimativa da idade adulta, coxal, acetábulo, superficie auricular, patologias, Coimbra (Portugal)

Resumo

Para avaliar a influência de algumas patologias (artrite reumatoíde, artrite crónica juvenil, espondilite anquilosante, artrite psoriásica, síndrome de Reiter e tuberculose) nos indicadores de idade do coxal adulto, realizou-se uma revisão bibliográfica dos dados clínicos actuais. Outro parâmetro igualmente pesquisado foi a análise da relação da perda óssea nas variáveis da superfície auricular e o acetábulo. Para tal, foram testados 43 indivíduos da Colecção de Esqueletos Identificados do Museu Antropológico da Universidade de Coimbra, tendo-se utilizado como indicador da perda óssea o índice cortical do 2º metacarpiano. Os resultados indicam que não é aconselhável a utilização da superficie auricular quando se está perante qualquer uma das três espondiloartropatias analisadas, nem nos casos severos de artrite reumatóide e artrite crónica juvenil, sendo necessária prudência nos casos que envolvam tuberculose. De igual modo desaconselha-se a utilização do acetábulo nos casos de artrite reumatóide, artrite crónica juvenil, tuberculose e ainda nos casos severos de espondilite anquilosante. Quanto à sínfisise púbica, deve evitar-se o seu uso nas espondiloartropatias. Os resultados da análise das patologias que provocam perda óssea na amostra indicam que estas têm uma influência pouco significativa nas variáveis da superficie auricular e do acetábulo.

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Publicado

2004-06-28