História de uma relíquia
DOI:
https://doi.org/10.14195/3051-8601_29-30_2Keywords:
Eça de Queirós, A relíquia, As Farpas, Ramalho OrtigãoAbstract
A relíquia, romance queirosiano de 1887, constituiu, para Eça, simultaneamente uma intermitência e um estímulo para a composição da sua obra maior que foram Os Maias. No atual estudo, propomo-nos mencionar episódios e reflexões que possam ter contribuído não apenas para a génese d’A relíquia – que se destaca pela observação irónica (caldeada pela fantasia) do modus vivendi religioso e burguês na Lisboa do século XIX –, mas de igual modo para a sobrevida da personagem. Que papel terão tido As Farpas escritas com Ramalho Ortigão ou a correspondência trocada com familiares, amigos e editores para a conformação dos ideais éticos e estéticos do autor e para a fortuna crítica do romance?
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