A Arte e a Vida no Neoconcretismo Brasileiro

Autores

DOI:

https://doi.org/10.14195/2182-8830_7-1_3

Palavras-chave:

Ferreira Gullar, Lygia Pape, neoconcretismo, vida, intermedialidade

Resumo

No final dos anos 50, a arte apropriou-se do enunciado sobre uma nova concepção artificial da vida, e isso produziu uma reconfiguração da relação entre arte e vida. Para pensar sobre essa reconfiguração, este artigo centra-se na análise do Ballet Neoconcreto (1958) de Lygia Pape e do Poema Enterrado (1959) de Ferreira Gullar. Trata-se de obras que, a partir dos limites da linguagem (artes plásticas e ballet no primeiro caso, poesia e arquitetura no segundo), introduzem a pergunta sobre as relações entre arte e vida e, além disso, sobre as possíveis inscrições do corpo na arte além da representação humana. Este artigo abordará esses objetos para argumentar que ambos buscaram introduzir o vivo na arte através da conversão da matéria viva em matéria estética.

DOI: https://doi.org/10.14195/2182-8830_7-1_3

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Publicado

2019-11-17

Como Citar

Kogan, Adriana. 2019. «A Arte E a Vida No Neoconcretismo Brasileiro». MATLIT: Materialidades Da Literatura 7 (1):45-57. https://doi.org/10.14195/2182-8830_7-1_3.

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Secção Temática | Thematic Section