OS INCÊNDIOS FLORESTAIS DE 2017 E OS MECANISMOS DE REGULAÇÃO NA GOVERNAÇÃO DO RISCO EM PORTUGAL

Resumo

O conhecimento e análise das dinâmicas operativas dos processos de governação do risco são condições explicativas fundamentais para o entendimento das opções e orientações que os Estados adotam na prossecução das suas estratégias de segurança. Tendo por base estes pressupostos, discutir-se-ão neste artigo as implicações respeitantes à gestão dos incêndios florestais que, apresentando leituras distintas, e até interpretações diferenciadas nas perceções e representações sociais, assumem cada vez mais uma importância fundamental no quadro global da segurança em proteção civil. Selecionam-se, para o efeito, duas importantes dimensões, caraterizadoras das tipologias teórico-analíticas dos modelos de governação do risco: padrões políticos e cidadania. Assim, apresentar-se-ão, nas suas componentes sociais, as causalidades e as consequências, práticas e simbólicas que, por efeito dos acontecimentos vividos em 2017, têm estado na origem dos mecanismos de reconfiguração das políticas públicas de governação do risco em Portugal.

Palavras-chave

Incêndios florestais; Governação do risco; Padrões políticos; Cidadania, Proteção civil.

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Publicado
2018-11-05
Como Citar
RIBEIRO, Manuel. OS INCÊNDIOS FLORESTAIS DE 2017 E OS MECANISMOS DE REGULAÇÃO NA GOVERNAÇÃO DO RISCO EM PORTUGAL. Territorium, [S.l.], n. 26(II), p. 131-144, nov. 2018. ISSN 1647-7723. Disponível em: <https://impactum-journals.uc.pt/territorium/article/view/5905>. Acesso em: 19 set. 2019.