Women war reporters’ resistance and silence in the face of sexism and sexual violence

  • Linda Steiner University of Maryland. Philip Merrill College of Journalism

Resumo

As mulheres começaram a fazer reportagens de guerra em meados do século XIX, cobrindo, entre outras guerras, as revoluções europeias e a Guerra Civil dos EUA. Com a Primeira e Segunda Guerras Mundiais e especialmente com a Guerra do Vietname, o número de mulheres repórteres de guerra aumentou ao longo do século XX. O seu número voltou mais recentemente a aumentar, quando muitas organizações noticiosas precisavam de jornalistas no Iraque, no Afeganistão e no Paquistão. No entanto, as reportagens de guerra permanecem amplamente consideradas como um campo dos homens. Continua a ser um campo altamente sexista. As jornalistas de guerra continuam a enfrentar condescendência, pseudo-protecionismo, desdém, comportamentos obscenos e hostilidade por parte dos seus patrões, rivais, militares e do público. São também sujeitas a violência sexual, embora sejam desencorajadas de queixar-se desses assaltos, para que possam continuar a trabalhar. Esta investigação centra-se no sexismo e assédio sexual enfrentados por mulheres repórteres de guerra contemporâneas, com especial atenção a Lara Logan, cuja carreira demonstra muitas dessas altas tensões de género.

Palavras-chave

mulheres repórteres de guerra; sexismo; culpadas enquanto vítimas; violência sexual

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Publicado
2017-10-11
Como Citar
STEINER, Linda. Women war reporters’ resistance and silence in the face of sexism and sexual violence. Media & Jornalismo, [S.l.], v. 17, n. 30, p. 11-26, out. 2017. ISSN 2183-5462. Disponível em: <http://impactum-journals.uc.pt/mj/article/view/4713>. Acesso em: 14 dez. 2017.
Secção
Artigos