Fake news nas redes sociais online: propagação e reações à desinformação em busca de cliques

  • Caroline Delmazo Universidade Nova de Lisboa. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. iNova Media Lab. 1069-061 Lisboa, Portugal
  • Jonas C. L. Valente Universidade de Brasília. Laboratório de Políticas de Comunicação (Lapcom). 70910-900, Brasil

Resumo

Notícias falsas, histórias fabricadas, boatos, manchetes que são isco de cliques (as chamadas clickbaits) não são novidade. A diferença do atual contexto é o potencial de circulação das chamadas fake news no ambiente online, sobretudo em virtude do uso das redes sociais digitais. O presente artigo tem o objetivo de destacar as características do mundo online que facilitam a disseminação das notícias falsas, elencar exemplos recentes de fake news que ganharam grandes proporções graças à propagação nas redes sociais, com destaque para o período pré-eleitoral nos Estados Unidos em 2016, e mapear algumas das principais reações ao que chamamos de “problema das notícias falsas”, divididas segundo a natureza institucional de seus autores em quatro grandes grupos: (1) Plataformas digitais; (2) Organizações de pesquisa e da sociedade civil e os media; (3) Governos e órgãos estatais; e (4) Organismos Internacionais.

Palavras-chave

fake news; notícias falsas; redes sociais online; Facebook; liberdade de expressão

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Publicado
2018-05-18
Como Citar
DELMAZO, Caroline; VALENTE, Jonas C. L.. Fake news nas redes sociais online: propagação e reações à desinformação em busca de cliques. Media & Jornalismo, [S.l.], v. 18, n. 32, p. 155-169, maio 2018. ISSN 2183-5462. Disponível em: <http://impactum-journals.uc.pt/mj/article/view/5682>. Acesso em: 12 dez. 2018.