Mundos de liberdade e falta de liberdade: os imaginários totalitários de Gay Hunter, de Lewis Grassic Gibbon, e de Two Ends of the World, de Antoni Słonimski
DOI:
https://doi.org/10.14195/0870-4112_3_11_16Palavras-chave:
Totalitarismo, primitivismo, darwinismo, utopia, distopiaResumo
Este artigo analisa a representação de futuros totalitários em duas obras escritas no período entre-guerras, Gay Hunter de Lewis Grassic Gibbon (1934) e Dois Fins do Mundo de Antoni Słonimski (1937). Nos dois romances, a ascensão do Fascismo, apoiada no uso de tecnologia avançada, mostra-se diretamente responsável pela destruição do mundo conhecido e pela supressão da liberdade individual e coletiva. Ao mesmo tempo que abordam a ascensão do totalitarismo, ambos os autores imaginam o regresso da Humanidade a um estado mais primitivo, ainda que com propósitos distintos. Este artigo explora, portanto, as intersecções bem como as diferenças das percepções que os autores têm da modernidade, do progresso, da civilização e do primitivismo, como aspetos cruciais à extrapolação do destino da Humanidade.
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