• Arquétipo
    n. 6 (2020)
  • Falsificações
    n. 5 (2019)

    Este 5.º número da 3.ª série, de Biblos. Revista da Faculdade de Letras da Universidade
    de Coimbra, reúne um conjunto de contributos dedicado ao tema falsificações.
    Substituição de um conteúdo ou de um objeto originais por uma réplica,
    a falsificação é uma prática de raízes ancestrais. Contudo, as questões que suscita
    têm vindo a ganhar particular acuidade, nos nossos dias, ao serem plasmadas pela
    dialética entre uma falsa autenticidade e uma autenticidade falsa, deliberadamente
    programada e promovida.
    Os artigos que neste número são reunidos cruzam âmbitos disciplinares
    que vão da economia aos estudos musicais, ao jornalismo, à moda, à investigação
    acerca de obras de arte, à literatura, à história moderna e contemporânea ou à
    arqueologia, num profícuo diálogo entre tempos, lugares e culturas.

  • Refúgios
    n. 4 (2018)

    Este 4.º número da 3.ª série de Biblos. Revista da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra reúne um conjunto de contributos dedicado ao tema do refúgio. Ímpeto de fuga desencadeado por uma ameaça iminente, o refúgio, ao instigar a procura de segurança, leva à demanda de um outro tempo ou de um outro lugar, susceptíveis de oferecerem acolhimento e abrigo, desencadeando, da mesma feita, a oportunidade de reconstrução de novas esferas. Perante a imensidão de mundos e perspetivas implicados pelo conceito, optou-se, pois, pela declinação no plural — refúgios.
    À secção inicial de artigos, acrescentam-se as reflexões, em âmbito criativo, de Adriana Calcanhotto, bem como a entrevista, conduzida por José Manuel Pureza, a Teresa Tito de Morais, Presidente do Conselho para os Refugiados. Assim se cruzam domínios que vão das ciências sociais à literatura, à história das migrações, à história da arte ou à arquitetura, em correspondência com o perfil interdisciplinar desta 3.ª série de Biblos.

  • Futuros
    n. 3 (2017)

    Aquilo que ainda está para vir sempre fascinou e ao mesmo tempo intrigou o Homem de todos os tempos e de todas as culturas. Porvir ou posteridade, horizonte a construir ou fadário, o que há de acontecer é um mistério instigante. Porém, a ausência indelével que dentro de si carrega acaba afinal por reverter num potentíssimo catalisador do preenchimento desse espaço e desse tempo ainda por vir.
    Aquilo que ainda está para vir, não sendo presente, tem os seus cenários vinculados ao fluxo do andamento temporal, a cada um dos momentos que vivemos.

  • Mar
    n. 2 (2016)

    Força da natureza, apelo fascinante à demanda, metáfora existencial ou elo
    mediador entre populações, o Mar é um elemento sobre o qual desde sempre
    se têm vindo a espelhar, de forma palmar, anseios, empresas e avanços da
    Humanidade. Este segundo número da 3.ª série de Biblos. Revista da Faculdade
    de Letras da Universidade de Coimbra dedica-lhe, pois, um conjunto de trabalhos
    concebido a partir de várias abordagens.
    A riqueza do tema é bem ilustrada pela diversidade dos campos disciplinares
    em que se integram os artigos publicados, entre História da Antiguidade
    e História Contemporânea, Biologia e Geopolítica, Literatura e Sociologia.
    A esse conjunto de estudos, acrescenta-se um contributo de ordem literária e
    uma entrevista, bem como uma rubrica de recensões relacionadas com a matéria.

  • O Valor das Humanidades
    n. 1 (2015)

    O número 1 desta 3.ª série de Biblos. Revista da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra dedica o seu dossiê temático a uma reflexão e a um debate acerca do significado e da presença das Humanidades no mundo contemporâneo, designadamente na esfera da investigação, do ensino, das inter-relações disciplinares e, de uma forma mais ampla, da cultura global. O tema do valor das Humanidades é pois abordado a partir de perspetivas que vão da pedagogia, à história, ao jornalismo, ao pensamento científico ou à literatura, à luz uma multiplicidade de olhares.
    Etimologicamente, a palavra Humanidades tem na sua base o latim humus, que significa terra e que também deu homem, o que mostra bem a fecundidade do campo que assim se abre à discussão.