Gabriela, Cravo e Canela: ecos da receção e transformações na vida das mulheres portuguesas
DOI:
https://doi.org/10.14195/0870-4112_3_11_7Palavras-chave:
Gabriela, Cravo e Canela, receção, emancipação feminina, memória, perceções sociaisResumo
Gabriela, Cravo e Canela, produzida pela Globo e emitida na RTP1 em 1977, instalou novos hábitos de consumo televisivo e trouxe temas como a emancipação feminina, as relações de poder patriarcal e as questões de género à sociedade portuguesa. Esta investigação analisa como as mulheres portuguesas e os respetivos seios familiares, percecionaram a telenovela, auscultando-as quanto às “transgressões femininas” que esta propunha. Foram entrevistadas oito mulheres que assumiram uma fruição partilhada da narrativa. Três anos depois da revolução de abril, os seus núcleos familiares, sobretudo os de índole rural e religiosa, mantinham resistência quanto às novidades propostas pela novela. As entrevistadas associam as mulheres brasileiras ao estereótipo de liberdade ilustrado pela protagonista.
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