Não há revoluções inocentes: lições da poesia experimental para o 25 de Abril de 1974
DOI:
https://doi.org/10.14195/0870-4112_3_11_13Palavras-chave:
Poesia, 25 de Abril de 1974, Literatura Experimental, Revolução Literária, PortugalResumo
A poesia experimental portuguesa (PO-EX) é uma tradição literária de vanguarda que se alinhou com as restantes artes no combate à ditadura política e cultural que atravessou uma grande parte do século XX português. Fê-lo, no entanto, sob a perspetiva da necessidade de subversão dos discursos e respetivos modos de representação. Poetas como E. M. de Melo e Castro, Ana Hatherly, António Aragão, Salette Tavares, José- Alberto Marques, entre outros, estiveram na linha da frente da revolução cultural e literária que o 25 de Abril motivou, podendo encontrar-se, na sua produção teórica e artística, vias de revisitação crítica dos postulados, ideias e valores da revolução democrática de 1974 que constituem lições, isto é, partituras para o diálogo e modos de ação crítica que a PO-EX legou para a posteridade. Neste artigo, abordam-se alguns destes trabalhos, focando-se a análise na revisitação reflexiva do potencial revolucionário destas criações e lições.
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