As mulheres do romance de Sabine Scholl Transit Lissabon (2024)
DOI:
https://doi.org/10.14195/0870-4112_3_11_17Palavras-chave:
Estado Novo, refugiadas, portugueses, metaficção historiográfica, meta-memóriaResumo
No Verão de 1940 chegou a Portugal uma grande onda de refugiados judeus, que traziam ideias novas e poderiam ter influenciado o caminho do país para a liberdade. O Estado Novo, porém, travou qualquer mudança. Tanto a História, como a Literatura têm vindo a interessar-se pela presença desses fugitivos e pelos seus efeitos na sociedade portuguesa, equacionando as respostas do povo luso ao comportamento liberal dos exilados e, bem assim, as reações dos exilados ao Portugal de então. É sob este último ponto de vista que o presente estudo aborda o romance de Sabine Scholl Transit Lissabon. Centrando-se nas personagens femininas, pretende examinar não só a sua configuração literária, mas também o modo como elas avaliam as mulheres e os homens portugueses com que se cruzam nesta obra de pós-memória.
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