The thermal feld of Carapina district - Serra / ES:

Summer analysis in a coastal city

Keywords: urban climate, heat island, maritime and land breezes

Abstract

The Cities have the capacity to generate their own climate, the result from the transformations of their surface in line with their geoecological attributes. In this way, the main aim this work it's is analyzed the whether the urbanization process, associated with changes in land use and occupation patterns was able to change thermal conditions in the district of Carapina - Serra/ES. Thus, to unerstand, characterizing and showed how this conditions contribute in existence of an atmospheric heat island. For this purpose, fixed and mobile transects carried out in the summer were used, under the action of the semi-fixed anticyclonal system of South America (ASAS). The results show that the most heated areas were well defined in the morning and evening periods. In the night analysis, the thermal field showed homogeneous behavior. The greatest thermal amplitude was observed at 16h00min. In general, the points located in the coastal area showed milder temperatures in relation to the interior. The diagnosis confirmed that changes in land use and coverage, associated with the characteristics of the local relief, as well as the dynamics of sea and land breezes, directly influence the thermal behavior of atmospheric air.

Downloads

Download data is not yet available.

References

Allocca, R. A. (2018). Análise do campo térmico na área urbana de Ponte Nova, Minas Gerais (Dissertação de Mestrado em Geografia). Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais, Vitória.

Allocca, R. A., & Fialho, E. S. (2019). O campo térmico no perímetro urbano de Ponte Nova-MG (Zona da Mata Mineira), em situações sazonais de verão e inverno, no ano de 2017. Revista Brasileira de Climatologia, 15(24), 300-329. Disponível em <https://revistas.ufpr.br/revistaabclima/article/view/60753>.

Alonso, L. (2017). Caractérisation des îlots de chaleur et de fraicheur urbains lyonnais à l’aide de mesures satellitaires, mobiles et participatives (Thèse Master 2 - Gestion de l’environnement - mention Géosystèmes environnementaux). Universite de Lyon, Lyon.

Amorim, M. C. C. T. (2005). Intensidade e forma da ilha de calor urbana em Presidente Prudente/SP: episódios de inverno. Revista Geosul, 20(39), 65-82.

Bernardes, L. M. C. (1951). Tipos de clima do estado do Espírito Santo. Revista Brasileira de Geografia, 4(13), 619-621.

Campos Júnior, C. T., & Gonçalves, T. M. (2009). Produção do Espaço Urbano da Serra-Espírito Santo: estratégias recentes da construção imobiliária. Mercator, 8(17), 69–78. Disponível em <http://www.mercator.ufc.br/mercator/article/view/334>.

Charabi, Y. (2000). L’îlot de chaleur urbain de la métropole lilloise: mesures et spatialisation (Thèse de Doctorat). Université des Sciences et Technologies de Lille, Lille.

Collischonn E., & Ferreira, C. V. O. (2015). O fator de visão do céu e sua influência sobre as características térmico-higrométricas intraurbanas em Pelotas/RS, Brasil. Geographia Meridonalis, 1(1), 160-178. Disponível em <https://periodicos.ufpel.edu.br/ojs2/index.php/Geographis/article/view/5716>.

Correa, W. S. C. (2014). Campo térmico e higrométrico da Regional Praia do Canto no município de Vitória–ES (Dissertação de Mestrado em Geografia). Universidade Federal do Espírito Santo, Centro de Ciências Humanas e Naturais, Vitória. Disponível em <http://repositorio.ufes.br/bitstream/10/3612/1/tese_7594_wesley.pdf>.

Correa, W. S. C., & Vale, C. C do. (2016). Contribuição à compreensão do campo térmico da Regional Praia do Canto em Vitória (ES) pela metodologia dos transectos. RAEGA – O Espaço Geográfico em Análise, 38, 50-81.

CPTEC/INPE – Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climatológicos. Disponível em <https://www.cptec.inpe.br/>.

Di Rienzo, J. A., Casanoves, F., Balzarini, M. G., Gonzalez, L., Tablada, M., & Robledo, C. W. (2012). InfoStat versión 2012. Grupo InfoStat, FCA, Universidad Nacional de Córdoba, Argentina.

Ferreira, G. R., & Fialho, E. S. (2016). Campo térmico x fator de visão do céu: estudo da área central do município de Viçosa - MG em episódios de Outono e inverno/2014. Boletim Gaúcho de Geografia, 43(1), 247-271. Disponível em <https://seer.ufrgs.br/index.php/bgg/article/view/53920>.

Fialho, E. S. (2002). Análise têmporo-espacial na Ilha do Governador-RJ em situações sazonais de verão e inverno (Dissertação de Mestrado em Geografia). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

Fialho, E. S. (2009). Ilha de calor em cidade de pequeno porte: um caso de Viçosa, na Zona da Mata Mineira (Tese de Doutorado em Geografia Física). Universidade Estadual de São Paulo, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, São Paulo. Disponível em <https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8135/tde-22022010-154045/pt-br.php>.

Fialho, E. S. (2010). Unidades climáticas urbanas: O caso da Ilha do Governador. Revista do Centro de Ciências Humanas, 10(1), 26-46. Disponível em <https://periodicos.ufv.br/RCH/article/view/3493>.

Fialho, E. S. (2012). Estudos climáticos em sítios urbanos e rurais. In E. S. Fialho, & C. A. Silva (Orgs.), Concepções e Ensaios da Climatologia Geográfica (pp. 83-114). Dourados-MS: UFGD.

Fialho, E. S. (2012). Ilhas de Calor: reflexões acerca de um conceito. Acta Geográfica, Edição Especial de Climatologia Geográfica, 61-76. Disponível em <https://revista.ufrr.br/index.php/actageo/article/view/1094>.

Fialho, E. S. (2019). O que é um transect e sua utilização nos estudos climáticos. Revista GEOUERJ, 34(1), 1-29. Disponível em <https://www.e-publicacoes.uerj.br/index.php/geouerj/article/view/40951 >.

Fialho, E. S., & Celestino, E. J. (2017). Abrigos termo-higrométricos de policloreto de vinila. Revista Entre-Lugar, 8(16), 164-188. Disponível em <http://ojs.ufgd.edu.br/index.php/entre-lugar/article/view/8072>.

Fialho, E. S., Celestino, E. J., & Quina, R. R. (2016). O campo térmico em situação episódica de primavera em uma cidade de pequeno porte, na zona da mata mineira: um estudo de caso em Cajuri-MG. Revista de Geografia, 33(4), 299-318. Disponível em <https://periodicos.ufpe.br/revistas/revistageografia/article/view/229300>.

Fialho, E. S., & Quina, R. R. (2016). Análise das diferenças térmicas entre o campo e a cidade em situação sazonal de verão, em 2014, no município de Viçosa (MG). Revista Entre-Lugar, 7(14). Disponível em <http://ojs.ufgd.edu.br/index.php/entre-lugar/article/view/8145/4505>.

Fialho, E. S., Quina, R. R., Alves, R. S., & Miranda, J. D. E. C. (2015). O campo térmico em situação sazonal de verão, no município de Viçosa-MG. Revista Geografias, Edição Especial SEGEO III, 80-98, 2015. Disponível em <https://periodicos.ufmg.br/index.php/geografias/article/view/158>.

Fioretti, A. (2014). Indústria, conjuntos habitacionais e assentamentos precários: o Distrito de Carapina, município da Serra (ES) de 1966 a 1995 ( Dissertação de Mestrado em Geografia). Universidade Federal do Espírito Santo, Programa de Pós Gradação em Geografia – PPGG/ UFES, Vitória.

Giguère, M. (2009). Mesures de lutte aux îlots de chaleur urbains. Institut national de santé publique du Québec, Direction des risques biologiques, environnementaux et occupationnels. Disponível em .

Gomes, W. P. (2017). Características da temperatura na zona costeira: análise do clima urbano em Ubatuba-SP ( Dissertação de Mestrado em Geografia). Programa de Pós-Graduação em Geografia - FCT/UNESP - campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente.

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (2019). Censo Demográfico 2010. Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em <https://censo2010.ibge.gov.br/resultados.html>.

Instituto Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (IEMA). Relatório Anual da Qualidade do Ar RMGV 2013. Disponível em <https://iema.es.gov.br/Media/iema/Downloads/RAMQAR/Relat%C3%B3rio_Anual_de_Qualidade_do ar>.

Landsberg, H. E. (2006). O clima das cidades (Tradução de José Bueno Conti). Revista do Departamento de Geografia, 18, 95-111.

Leconte, F. (2015). Caractérisation des îlots de chaleur urbain par zonage climatique et mesures mobiles: Cas de Nancy (Thèse de doctorat Climatologie). Université de Lorraine, Nancy.

Lombardo, M. A. (2009). Análise das mudanças climáticas nas metrópoles: o exemplo de São Paulo e Lisboa. In A. T. C. Cortez, & S. A. G. Ortigoza (Orgs.), Da produção ao consumo: impactos socioambientais no espaço urbano [online] (pp. 111-146). São Paulo: Editora UNESP; São Paulo: Cultura Acadêmica.

Lopes, L. C. S., & Jardim, C. H. (2012). Variações de temperatura e umidade do ar em área urbana e rural durante o seguimento temporal de inverno de 2011 em Contagem e Betim (MG). Acta Geográfica (Edição Especial de Climatologia Geográfica), 1, 205-221. Disponível em <https://revista.ufrr.br/actageo/article/view/1103>.

Marinha do Brasil – Diretoria de Hidrografia e Navegação (DNH). Disponível em <https://www.marinha.mil.br/chm/dados-do-smm-cartas-sinoticas/cartas-sinoticas>.

Martinez, J. M. (2014). Estudio de la isla de calor de la ciudad de Alicante. Investigaciones Geográficas, 62, julio/diciembre, 83-99.

Mendonça, F. A. (2015). O estudo do clima urbano no Brasil. In C. A. F. Monteiro, & F. A. Mendonça F. (Orgs), Clima urbano (pp. 175-192). São Paulo: Contexto.

Mendonça, M., & Lombardo, M. A. (2009). El clima urbano de ciudades subtropicales costeras atlánticas: el caso de la conurbación de Florianópolis. Revista de Geografia Norte Grande, 44, 129–141. Disponível em <https://scielo.conicyt.cl/pdf/rgeong/n44/art07.pdf>.

Moura, M. de O., Zanella, M. E., & Sales, M. C. L. (2008). Ilhas térmicas na cidade de Fortaleza/CE. Boletim Goiano de Geografia, 25(2), jul./dez, 33-44.

Oliveira, A. P., & Silva Dias, P. L. (1982). Aspectos observacionais da Brisa Marítima em São Paulo. Anais Congresso Brasileiro de Metereologia, 2, 129-145.

Oliveira, W. D. (2018). O campo térmico do distrito de Carapina – Serra/ES: estudo de caso em áreas litorâneas (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal do Espírito Santo, Programa de Pós Gradação em Geografia – PPGG/UFES, Vitória. Disponível em <http://repositorio.ufes.br/jspui/handle/10/10886>.

Oliveira, W. D. (2019). Estudo do campo higrométrico em situação sazonal de verão: o caso do distrito de Carapina-Serra/ES. Revista Entre Lugar, 10(19), 105–132. ISSN 2176-9559. Disponível em <http://ojs.ufgd.edu.br/index.php/entre-lugar/article/view/9733>.

ONU – Organização das Nações Unidas (2018). World Urbanization Prospects: The 2018 Revision. Disponível em <https://esa.un.org/unpd/wup/>.

ONU – Organização das Nações Unidas (2012). Fatos sobre a cidade. Disponível em <http://www.onu.org.br/rio20/cidades.pdf>.

Pérez Cueva, A. J. (2001). Clima y confort a les ciutats: la ciutat de València. Mètode, 31, Outubro.

Pitton, S. E. C. (1997). As cidades como indicadoras de alterações térmicas (Tese de Doutorado). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade Estadual de São Paulo, São Paulo.

Quereda, J., Montón, E., & Escrig, J. (2007). Un análisis experimental del efecto urbano sobre las temperaturas. Investigaciones Geográficas, 43, 5-17.

Rocha, V. M., & Fialho, E. S. (2010). Uso da terra e suas implicações na variação termo-higrométrica ao longo de um transeto campo-cidade no município de Viçosa-MG. Revista de Ciências Humanas, 10(1), 64-77. Disponível em <https://periodicos.ufv.br/RCH/article/view/3494/0>.

Roux, J. (2014). L’îlot de Chaleur Urbain à Dijon: Mise en place d’une campagne de mesures urbaines de la température (Mémoire de Master). UFR Sciences Humaines, Département de Géographie, Université de Bourgogne, Dijon.

Silva, E. N., Ribeiro, H., & Santana, P. (2014). Clima e saúde em contextos urbanos: uma revisão da literatura. Biblio 3w, 19. Disponível em <http://www. ub.edu/geocrit/b3w-1092.htm>.

Tarifa, J. R., & Azevedo, T. R. (Orgs.) (2001). Os climas na cidade de São Paulo (vol. 4). São Paulo: Ed. Geousp.

Published
2020-06-30