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Reflexões sobre Cetóbriga e Tróia

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.14195/2182-844X_11_2

Palabras clave:

Cetóbriga, Caetobriga, Setúbal, Tróia, Ácale

Resumen

Este artigo faz uma reflexão sobre Setúbal e Tróia na época romana, a sua caracterização e relação entre as duas. O registo arqueológico de Setúbal mostra um aglomerado urbano com actividade fabril mais evidente até ao século III, vestígios de domus e peças arquitectónicas que comprovam o seu carácter urbano e uma indiscutível ocupação até ao século VI. Os materiais recuperados mostram um maior dinamismo económico no século I-II e uma menor frequência de importações na Antiguidade Tardia. O registo arqueológico de Tróia mostra um grande número de fábricas de salga, com maior actividade no Alto Império, mas que mantêm uma forte capacidade de produção até ao século V. Conhecem-se poucas casas, mas há termas, mosaicos e estuques pintados. Os materiais recuperados mostram dinamismo económico tanto no Alto Império como na Antiguidade Tardia, com forte afluência e circulação de bens de consumo importados. Embora Tróia tenha mantido sempre um forte carácter industrial, parece ter tido autonomia económica, e nada indica que Caetobriga e Troia fossem a mesma cidade.

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Publicado

2026-01-07

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