"Acho que já soube, mas agora já não sei"
A substituição da História da Real Fabrica das Sedas e as Anexas (1734-2025)
DOI:
https://doi.org/10.14195/1647-8622_25_3Palavras-chave:
Antropologia Histórica, Real Fábrica das Sedas e as Anexas, Património Industrial, Micro-Narrativas, LisboaResumo
O estudo examina a Real Fábrica das Sedas e as Anexas (1734-1833) localizada na Rua da Escola Politécnica, em Lisboa. Debruçando sobre a sua história, procuro entender como o complexo é atualmente entendido pelos lojistas da sua "carcaça". Argumenta-se que a história factual foi substituída por uma série de micronarrativas que produzem versões alternativas da história do complexo. Visando comprovar a perspetiva, utilizei a metodologia qualitativa de análise de documentação primária e a metodologia de trabalho de campo e observação participante. Congregando métodos oriundos da História e da Antropologia, é possível observar uma separação entre a história estudada pelos académicos e a conhecida pela população e pela Cmara Municipal de Lisboa. Concluo explorando ações que a população e a Cmara Municipal de Lisboa devem tomar para valorizar o Património Industrial.
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