Vasco Lourenço: um percurso paradigmático do Golpe de Estado/da Revolução de 25 de Abril de 1974
DOI:
https://doi.org/10.14195/1647-8622_25_10Palavras-chave:
Ditadura de tipo fascista e tendencialmente totalitária, Guerras coloniais, Oficial das Forças Armadas, Golpe de Estado/ /Revolução, Processo transicionalResumo
Visa-se neste ensaio biográfico antes de mais propor uma síntese acerca do papel desempenhado pelo hoje Coronel Vasco Lourenço e por diversos outros líderes do MFA no conjunto de processos de transformação política e social global ocorridos em Portugal “ e nos territórios não autónomos até então tutelados por Lisboa “ de 1973 (nas vésperas do que veio a ser o Golpe Militar/a Revolução do 25 de Abril de 1974) a 1986, ano de integração de Portugal na CEE. Procura-se, ainda, analisar tanto as escolhas que Vasco Lourenço e muitos dos seus camaradas do MFA procuraram concretizar como as opções que foram recusando.
Explicita-se alguma informação acerca do percurso pessoal, profissional e cívico de Vasco Lourenço de forma a contextualizar o seu envolvimento no processo que, em 1973, levou à criação do Movimento dos Capitães e, depois, à concretização do Golpe de Estado de 25 de Abril de 1974. Analisam-se as principais correntes político-ideológicas que se foram estruturando no seio do Movimento das Forças Armas e os corelacionamentos estabelecidos com outros protagonistas do processo revolucionário português (forças políticas e sindicais, Igreja e "acção católica", Movimentos de Libertação de territórios não autónomos e representações diplomáticas). Identificam‘se as implicações das opções feitas por Vasco Lourenço e por outros membros do Grupo dos Nove.
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