Responder à Epidemia: Estado e Sociedade Civil no Combate à Gripe Pneumonica (1918-1919)

Autores

  • Paulo Silveira e Sousa ISCTE - Centro de Investigação e Intervenção Social / EUI - Instituto Universitário Europeu
  • Paula Castro ISCTE - Centro de Investigação e Intervenção Social
  • Maria Luísa Lima ISCTE - Centro de Investigação e Intervenção Social
  • José Manuel Sobral Universidade de Lisboa, Instituto de Ciências Sociais

DOI:

https://doi.org/10.14195/2183-8925_29_17

Resumo

A pandemia da gripe pneumonica foi a mais mortífera de todo o século XX. Entre Março de 1918 e a Primavera de 1919 grassou por
quase todo o planeta, desenvolvendo-se em três vagas sucessivas, que foram marcadas por uma virulência irregular e por intensos debates científicos em torno do organismo responsável. Com grandes oscilações, ao longo destes meses, a mortandade foi considerável. Concentrando-se no Outono de 1918, nos meses de Outubro e Novembro, apanhou de surpresa populações, médicos e serviços sanitários que num primeiro momento se revelaram incapazes de perceber a sua natureza, a rapidez do contágio e o seu enorme potencial mortífero.

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Publicado

2008-06-28