Sophia e o desejo de theoria

Autores

  • Manuel Alte da Veiga Universidade do Minho

DOI:

https://doi.org/10.14195/1647-8614_40-1_12

Resumo

Reflexão sobre theoria enquanto atitude do filósofo e não tanto como estruturação especulativa e hipotética de ideias e conhecimentos. Pretende valorizar o acto de visão, seguindo o signifi cado primitivo do termo grego: a nossa situação no mundo, para não ser alienação, pede uma prudente e serena visão global do campo possível de acção. Esta theoria nasce de sermos um desejo errante por caminhos que nós próprios desbravamos, prontos à admiração e atentos à s surpresas. A theoria descobre a positividade de todos os passos, quaisquer que sejam os seus sentidos. Adquirimos assim um «educação filosofante», inimiga de reducionismos e capaz de coreografar a vida. Queremos recolher toda a energia das nossas contínuas passagens no tempo questionando o próprio tempo. Metodologicamente, são como que «variações filosóficas» sobre um tema de Aristóteles e outros autores.

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Publicado

2006-01-01

Como Citar

Veiga, M. A. da. (2006). Sophia e o desejo de theoria. Revista Portuguesa De Pedagogia, (40-1), p. 261–292. https://doi.org/10.14195/1647-8614_40-1_12

Edição

Secção

Artigos