A História mostra-nos que não temos de escolher o pior
Entrevista com José Bragança de Miranda, sobre a Liberdade
DOI:
https://doi.org/10.14195/0870-4112_3_11_20Palavras-chave:
Fim da História, 25 de Abril, Democracia, Novas tecnologias, MédiaResumo
Doutorado em Ciências da Comunicação e com a agregação em Teoria da Cultura pela Universidade Nova de Lisboa, José Bragança de Miranda, em entrevista à Biblos, reflete sobre o tema da liberdade, cruzando a Comunicação, a Filosofia, a História e a Política. Refratário às lógicas monistas do pensamento e das organizações, o atual reitor da Universidade Lusófona considera que, a ter existido, o fim da História abriu-se com as Revoluções que conduziram ao controlo do poder absoluto. Reconhecendo que o controlo desse poder não é uma conquista definitiva, José Bragança de Miranda defende, no entanto, que a História mostra que a escolha do pior não se apresenta como uma inevitabilidade para a Humanidade. Por isso, mais do que discutir conceitos como a Liberdade, considera que é importante fazer uso deles, atualizando em cada ínfimo presente o legado de muitos heróis do passado.
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