AS ABÓBADAS DE CAIXOTÕES NA ARQUITETURA PORTUGUESA DO SÉCULO XVI E O CONTRIBUTO DE JOÃO DE RUÃO
DOI:
https://doi.org/10.14195/2182-844X_EX2_11Palavras-chave:
Abóbadas, Caixotões, João de Ruão, Diogo de CastilhoResumo
No Renascimento, o emprego de arcos quartelados e de abo?badas de caixotões constituiu um recurso marcante na arte e na arquitetura, dada a sua associação sugestiva aÌ€ arte e arquitetura romanas. Em Coimbra, João de Ruão sera? um personagem fundamental na divulgação destes novos elementos formais no aÌ‚mbito da produção de peças de arquitetura especi?ficas. Na sua senda, Diogo de Castilho ira? aplicar abo?badas de caixotões nas igrejas dos novos cole?gios (Graça, S. Jero?nimo) afirmando a cidade do Mondego como um importante foco da arquitetura portuguesa do Renascimento. Uma questão importante sera? a definição de uma formulação "cano?nica" para essas abo?badas que tenderão (em finais do se?culo XVI) para a conformação de um nu?mero i?mpar de fiadas, com a afirmação de uma cadeia central de caixotões “ uma evolução que replicava o que sucedera em outros contextos arti?sticos, mais "centrais", da Europa, como a pro?pria Ita?lia.
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