O cosmonauta: Uma Criação Digital

Autores

  • Alckmar Luiz dos Santos Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.14195/2182-8830_6-2_17

Palavras-chave:

obra literária digital, temporalidade, epifania, tecnologias digitais

Resumo

O cosmonauta, de Alckmar Santos, Wilton Azevedo e Adir Filho, como qualquer obra artística digital, tem de lidar com a obsolescência cada vez mais rápida das técnicas e das tecnologias. Nesse nosso caso, todo o processo de criação durou por volta de quatro anos e foi sujeito a uma série de alterações substanciais na estratégia de programação, tanto quanto nas ferramentas e nos programas empregados. Com isso, a par da história que se quer contar — uma experiência epifânica sofrida por um cosmonauta —, vários elementos passaram a fazer parte do ambiente de navegação d'O cosmonauta, associando a este justamente a dificuldade de lidar com o tempo que passa e nunca deixa de imprimir suas marcas, seja na própria criação, seja na maneira como ela pode ser lida. Em suma, se nossa criação pretende contar parte da vida de um cosmonauta culminando com sua experiência epifânica no espaço sideral, pretende também proporcionar ao leitor uma experiência epifânica que ele construirá com suas lembranças e suas estratégias de compreensão e de interação, dentro da obra digital. É esse processo de criação que se pretende descrever e, em parte, analisar neste trabalho.

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Referências

LUIZ DOS SANTOS, Alckmar (2003). Leituras de nós: Ciberespaço e literatura. São Paulo: Itaú Cultural.
NAVA, Pedro (1983). O círio perfeito. 3ª edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.

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Publicado

2018-08-10

Como Citar

Luiz dos Santos, Alckmar. 2018. «O Cosmonauta: Uma Criação Digital». MATLIT: Materialidades Da Literatura 6 (2):231-45. https://doi.org/10.14195/2182-8830_6-2_17.

Edição

Secção

Mediarama | Mediascape