O último Eça de Queirós na crítica literária brasileira da primeira metade do século xx

Palavras-chave: Eça de Queirós, Últimos livros, Crítica literária brasileira, Século xx

Resumo

Neste texto apresenta-se o posicionamento da crítica literária brasileira diante das últimas obras ficcionais de Eça de Queirós (A correspondência de Fradique Mendes e A ilustre casa de Ramires, de 1900, e A cidade e as serras, de 1901), observando como ela lançou as primeiras conformações a respeito do último Eça, dando início a leituras que seriam revisitadas constantemente pelos críticos posteriores. Para a realização deste estudo, optou-se por analisar a crítica queirosiana brasileira da primeira metade do século XX, sobretudo, os estudos representativos naquele momento. São eles: Eça de Queiroz (1911), de Miguel Mello; Eça de Queiroz e o século XIX (1938), de Viana Moog; História Literária de Eça de Queiroz (1939), de Álvaro Lins; Os tipos de Eça de Queiroz (1940), de José de Melo Jorge e Retrato de Eça de Queiroz (1945), de José Maria Bello.

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Referências

Bello, José Maria (1977). Retrato de Eça de Queiroz. Rio de Janeiro: Agir [1945].

Jorge, José de Melo (1940). Os tipos de Eça de Queiroz. São Paulo: Livraria Brasil.

Lins, Álvaro (1939). História Literária de Eça de Queiroz. Rio de Janeiro: José Olympio.

Mello, Miguel (1911). Eça de Queiroz. A obra e o homem. Rio de Janeiro: Livraria Italiana e Tipografia Ramori & Cia.

Moog, Viana (1938). Eça de Queiroz e o século XIX. Porto Alegre: Livraria Globo.

Real, Miguel (2006). O último Eça. Lisboa: Quidnovi.

Reis, Carlos (2000). “Leitores brasileiros de Eça de Queirós: algumas reflexões” in Benjamin Abdala Júnior (org.), Ecos do Brasil: Eça de Queirós, leituras brasileiras e portuguesas. São Paulo: SENAC. 23-37.
Publicado
2019-11-05
Secção
Secção Não-Temática