Os ecos de um mundo às escuras
Tempos sombrios em Hannah Arendt e o estado de excepção em Giorgio Agamben
DOI:
https://doi.org/10.14195/0872-0851_69_10Palabras clave:
tempos sombrios, estado de exceção, Hannah Arendt, Giorgio Agamben, filosofia política contemporâneaResumen
Este artigo examina a persistência dos «tempos sombrios» da filosofia arendtiana, sustentando que regimes democráticos contemporneos mantêm formas de desumanização por meio da adoção do estado de exceção como técnica ordinária de governo e do obscurecimento do espaço público. Baseando-se em Hannah Arendt e Giorgio Agamben, o texto mostra como esses mecanismos produzem sujeitos excluídos da proteção jurídica e destituídos de reconhecimento político. Assim, a articulação entre «tempos sombrios», «vida nua» e «estado de exceção» evidencia zonas de indistinção, que banalizam a violência e o abandono, os quais ecoam na história e subsistem como um dilema do nosso tempo.
Descargas
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista Filosófica de Coimbra

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Authors retain copyright and grant the journal right of first publication with the work simultaneously licensed under a Creative Commons Attribution License that allows sharing the work with recognition of authorship and initial publication in Antropologia Portuguesa journal.




