O Vivente e o Metabolismo em Hans Jonas e o Hilomorfismo Aristotélico-Tomista de Edward Feser: Aproximações e Diferenças
DOI:
https://doi.org/10.14195/0872-0851_69_4Palavras-chave:
Hans Jonas, Edward Feser, epifenomenalismo, hilomorfismo, tomismoResumo
Neste artigo pretendo expor as críticas de Hans Jonas, no capítulo "Third Essay. Is God a Mathematician? The Meaning of Metabolism da sua obra The Phenomenon Of Life/Toward a Philosophical Biology", à conceção matemático-mecanicista da natureza (mormente, materialismo e dualismo cartesiano), obstáculo a uma explicação filosófico-ontológica satisfatória da vida e das suas especificidades biológicas e ontológicas. Para tal, destacarei a importncia do metabolismo, assinalando a especificidade ontológica dos seres animados. Simultaneamente, trarei à liça as críticas que Jonas apresenta ao dualismo cartesiano e ao epifenomenalismo. Por fim, pretendo aproximar a posição de Jonas da perspetiva hilomórfica, de inspiração aristotélica-tomista, defendida por Edward Feser sobre a pessoa humana com destaque para os contributos deixados no mbito da Antropologia Filosófica.
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