AS SUTILEZAS DA VEROSSIMILHANÇA E AS VARIAÇÕES DA REALIDADE

  • Maria Lúcia Outeiro Fernandes UNESP/Araraquara

Resumo

Relembrando algumas lições de Victor Giudice, ministradas durante uma oficina de ficção, a autora faz uma reflexão acerca do papel da verossimilhança na elaboração do discurso realista nos diferentes contextos das principais manifestações da literatura realista, desde o romance do século xix até as narrativas hiper-realistas da pós-modernidade. O ensaio tem por objetivo analisar o conto “O Museu Darbot” como exemplo de arte contemporânea hiper-realista, no sentido que Hal Foster confere a esta denominação, isto é, como arte que adota um modelo de representação que é, concomitantemente, referencial e simulacral.

Palavras-chave

Victor Giudice, verossimilhança, realismo, hiper-realismo, Pós-Modernismo

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Publicado
2019-01-15
Como Citar
FERNANDES, Maria Lúcia Outeiro. AS SUTILEZAS DA VEROSSIMILHANÇA E AS VARIAÇÕES DA REALIDADE. Revista de Estudos Literários, [S.l.], v. 8, p. 437-462, jan. 2019. ISSN 2183-847X. Disponível em: <https://impactum-journals.uc.pt/rel/article/view/6213>. Acesso em: 18 jun. 2019.