Migración y colonización en el Imperio portugués de la posguerra: Estrategias individuales y respuestas institucionales
DOI:
https://doi.org/10.14195/2183-8925_44_5Palabras clave:
Migración de Cabo Veridiano, Angola, colonos, imperio colonial portugués, jerarquía socialResumen
Desde a época moderna, a história das migrações e a história do colonialismo europeu estão interligadas, mas há ainda muitos aspetos dessa relação por explorar. No caso do império colonial português no século XX, além do estudo do "povoamento branco", há trabalhos sobre as migrações laborais dentro de cada colónia, entre estas e para o estrangeiro. Este artigo aborda a iniciativa de um pequeno proprietário cabo-verdiano que, na conjuntura de crise ecológica dos anos de 1940 “ quando Cabo Verde enfrentou dois períodos de seca prolongada, fomes e elevada mortalidade “ e de incentivo estatal à migração de portugueses para Angola e Moçambique, procura que o Ministério das Colónias apoie a instalação de famílias cabo-verdianas no planalto central angolano. Não reconhecendo capacidade colonizadora aos colonizados, o governo imperial vai privilegiar o envio de cabo-verdianos para as roças de São Tomé e Príncipe, contribuindo para que a sua trajetória migratória se faça num sentido de depreciação e não de promoção social como acontecia no caso dos colonos portugueses.
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