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Condições para Submissão

Como parte do processo de submissão, os autores são obrigados a verificar a conformidade da submissão em relação a todos os itens listados a seguir. As submissões que não estiverem de acordo com as normas serão devolvidas aos autores.
  • A contribuição é original e inédita e não se encontra sob revisão ou para publicação por outra revista. Caso contrário, deve-se justificar em "Comentários ao Editor".
  • Os ficheiros para submissão encontram-se em formato Microsoft Word, OpenOffice ou RTF (desde que não ultrapassem 2MB)
  • URLs para as referências foram fornecidas quando disponíveis.
  • O texto segue os padrões de estilo e requisitos bibliográficos descritos em Instruções para Autores, na secção Sobre a Revista.

Instruções para Autores

1. Envio de artigos, recensões e notícias

Os artigos, recensões e notícias propostos para publicação à Revista de História da Sociedade e da Cultura (RHSC) devem ser submetidos pelos autores até ao final do mês de novembro de cada ano, usando para o efeito a plataforma de gestão editorial OJS (Open Journal Systems), cujo acesso se faz por intermédio do seguinte link http://impactum-journals.uc.pt/rhsc/submission/wizard.

O texto a submeter deverá incluir os seguintes elementos identificativos:

  • Nome do autor;
  • Filiação académica (máx. 2), respeitando o seguinte formato: Universidade, Unidade de Investigação e Desenvolvimento, Faculdade. (Ex.: Universidade de Coimbra, Centro de História da Sociedade e de Cultura, Faculdade de Letras);
  • ID ORCID;
  • Endereço eletrónico;
  • Contactos.

2. Publicação de artigos

2.1.  Apresentação e extensão do texto

As línguas oficiais de publicação são o português, o inglês, o francês, o espanhol e o italiano. A proposta de submissão deve incluir o título e um resumo até 150 palavras, na língua em que o artigo é escrito e em inglês; uma lista de 3 a 5 cinco palavras-chave, nas duas línguas utilizadas no título e no resumo; e uma bibliografia final, limitada aos títulos citados. A extensão do texto não deverá exceder os 50.000 caracteres, com espaços, incluindo o resumo, as notas, a bibliografia, etc.

As notas de rodapé deverão servir fundamentalmente para esclarecimentos ou comentários pontuais e a indicação bibliográfica abreviada será inserida no próprio texto. A chamada surge antes do sinal de pontuação.

2.2. Formatação do texto

O texto deve ser formatado em Microsoft Office Word, tamanho A4, alinhamento do texto justificado, tipo de letra Times New Roman, tamanho 12 pontos, espaço e meio (com exceção das citações longas e das notas de rodapé, que deverão ser em tamanho 10, espaço simples). A numeração de páginas e das notas será sequencial.

As citações serão feitas entre aspas curvas (“ ”), exceto se excederem as três linhas, caso em que devem ser destacadas do texto por um espaço, com o tamanho de letra de 11 pontos, acompanhadas pela referência à obra citada, de forma abreviada.

3. Organização da bibliografia final

3.1. Livros

BRAGA, Teófilo (1892). História da Universidade de Coimbra nas suas relações com a instrucção publica portugueza, vol. I. Lisboa: Typographia da Academia Real das Sciencias.

BARROS, Henrique Gama (1885-1922). História da administração pública em Portugal nos séculos XII a XV. 4 vol. Lisboa: Imprensa Nacional.

SARAIVA, António José (1988). O crepúsculo da Idade Média em Portugal. Lisboa: Gradiva.

3.2. Capítulos de livros e publicações em actas de congressos

COELHO, Maria Helena da Cruz (1997). “As finanças”, in História da Universidade em Portugal, vol. I, tomo I. Lisboa - Coimbra: Fundação Calouste Gulbenkian - Universidade de Coimbra, 39-67.

MARQUES, A. H. de Oliveira (1987). “Os valores culturais e artísticos”, in J. Serrão e A. H. de Oliveira Marques (eds.), Nova História de Portugal, vol. IV (Portugal na crise dos séculos XIV e XV). Lisboa: Editorial Presença, 400-463.

COSTA, António Domingues de Sousa (1991). “Considerações à volta da fundação da universidade portuguesa no dia 1 de março de 1290”, in Universidade(s). História.Memória. Perspectivas. Actas do Congresso História da Universidade (no 7.º centenário da sua fundação). 5 a 9 de março de 1990, vol. 1. Coimbra: Comissão Organizadora do Congresso História da Universidade, 71-82.

3.3. Artigos

SÁ, Artur Moreira de (1964). “Dúvidas e problemas sobre a universidade medieval portuguesa I”. Revista da Faculdade de Letras, 8, 240-273.

HESPANHA, António Manuel (2005). “O direito administrativo como emergência de um governo activo (c. 1880-c. 1910)”. Revista de História das Ideias, 26, 119-160.

SILVA, João Manuel Gonçalves (1997). “O clientelismo partidário durante a I República: o caso do Partido Reconstituinte (1920-1923)”. Análise Social, 140, 31-74.

3.4. Fontes manuscritas

Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Ministério do Reino, Livro 234, fl. 23.

Biblioteca Nacional de Portugal, Manuscritos Reservados, Cód. 887, fl. 112-115v.

Biblioteca Nacional de Portugal, Códices Alcobacenses, Cód. 166, fl. 5v.

3.5. Fontes impressas

Documentos Históricos da Cidade de Évora (1988). G. Pereira (ed.). Lisboa: Imprensa Nacional-Casa da Moeda.

Livro Verde da Universidade de Coimbra. (1992). M. T. Veloso (ed.). Coimbra: Arquivo da Universidade de Coimbra.

Obras Completas do Condestável Dom Pedro de Portugal (1975). L. Adão da Fonseca (ed.). Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian.

3.6. Referências online

Páginas e sítios em linha devem, tanto quanto possível, conter as indicações bibliográficas de autor, título e data. É imprescindível a indicação do URL e da última data de acesso.

CAMÕES, Luís de (1572). Os Lusíadas. Lisboa: Antonio Gõçaluez. http://purl.pt/1/3 (consultado em 2016.05.01).

ESPERANÇA, Manuel da, O.F.M. (1586-1670). Historia Serafica da Ordem dos Frades Menores de S. Francisco na Provincia de Portugal. Lisboa: Officina Craesbeeckiana. http://purl.pt/20706 (consultado em 3 de agosto de 2016).

MATTOSO, José (1992). “O culto dos mortos na Península Ibérica (séculos VII a XI)”. Lusitania Sacra, 2ª série, 4, 13-37. http://hdl.handle.net/10400.14/4864 (consultado em 25 de maio de 2019).

4. Citação abreviada (no corpo do texto)

A indicação de um passo, de uma obra ou de um manuscrito será feita de forma abreviada.

(BRAGA 1982: 25)

(HESPANHA 2005: 18)

(ANTT, Min. Reino, L. 234: fl. 23).

Poderão ser usadas as abreviaturas: id., et al., ed., eds., coord., trad., org., intr., pref., posf., ib., cit., ad loc., cf., v., in (reservado a obras coletivas), apud, s.d., s.l, s.n., s.p.

5. Ilustrações

Gráficos, tabelas e outras ilustrações devem ser submetidos em ficheiros autónomos, com boa resolução, indicando-se, no texto, o local onde cada um desses elementos deve ser inserido.

Cabe ao autor a responsabilidade de assegurar a competente autorização para a publicação de imagens que estejam ao abrigo dos direitos de autor.

6. Publicação de recensões e/ou notícias

A obra recenseada será identificada de acordo com o modelo usado na bibliografia, acrescida do ISBN. As recensões não devem exceder os 8.000 caracteres, com espaços.

Serão enviadas aos autores provas para correção. Não se aceitarão alterações superiores a 5% do texto original e as provas deverão ser devolvidas, devidamente corrigidas, de acordo com as normas do Prontuário ortográfico e guia da língua portuguesa (da autoria de Magnus Bergstrom e Neves Reis).

Por ocasião da publicação de cada número da RHSC, os autores receberão gratuitamente um exemplar, em versão papel, e uma separata, extraída da versão em formato digital.

Para qualquer dúvida ou esclarecimento contactar a Diretora da RHSC ou o coordenador do respetivo número.

A não observação de qualquer um dos procedimentos explicitados inviabilizará a aceitação do artigo proposto.

POLÍTICAS EDITORIAIS

Todos os artigos propostos para publicação serão sujeitos a apreciação por especialistas externos, de acordo com o sistema de dupla arbitragem por pares (double-blind peer-review), em processo dirigido pelo coordenador do número e acompanhado pela Diretora e pelo Conselho Editorial da RHSC.

Não se devolverão aos autores os originais que não forem aceites para publicação, e prevê-se a possibilidade de ser sugerida ao autor a reformulação do texto original com vista à sua publicação.

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