O início da neutralidade portuguesa na Ásia
Debate sobre a aliança luso-francesa e luso-inglesa (1669-1672)
DOI:
https://doi.org/10.14195/1645-2259_25-2_8Palavras-chave:
Estado da Índia, debate político, neutralidade, Aliança luso-francesa, República holandesaResumo
O estudo versa sobre a atitude dos membros da elite política portuguesa face à considerada tríplice aliança de Portugal, França e Inglaterra contra a República Holandesa, sobre a qual decorreram negociações diplomáticas nos anos de 1669–1672. Resume e analisa os seus argumentos, apresentados no debate político, e situa-os no contexto mais vasto da política externa portuguesa. Ao mesmo tempo, analisa as consequências deste debate para o futuro do Estado da Índia. Em última análise, a Coroa portuguesa decidiu ficar fora da aliança anglo-francesa, confirmando o aumento da importância das suas possessões do Atlântico Sul à custa do Estado da Índia. A política de monopólio foi substituída pela política de neutralidade. Podemos, por isso, falar da racionalização da política externa portuguesa em relação à Ásia. No entanto, foi forçada por circunstâncias externas, uma vez que a mentalidade da elite política portuguesa estava a mudar apenas lentamente e ainda estava em grande parte presa ao passado.
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