A representação de reis estrangeiros nas festas reais portuguesas, s. XV-XVII
DOI:
https://doi.org/10.14195/1645-2259_25-2_4Palavras-chave:
festas, Lisboa, império, subordinação, alteridadeResumo
Este artigo centra-se na representação de reis de povos distantes em várias festas públicas celebradas em Lisboa entre os séculos XV-XVII. Se, por um lado, o ato da rendição à soberania portuguesa e à religião cristã, muitas vezes encenada por um rei ou o seu representante, era suposto assinalar a inferioridade e subordinação dos “outros”; por outro, há muitos casos em que a encenação da alteridade na festa excede ou interrompe essa função. Através das dimensões visuais e auditivas da performance, podemos observar como a presença e os movimentos corporais dos atores por vezes complicam as mensagens de inferioridade e subordinação.
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