PHDA: O que Há de Novo no DSM‑5

  • Luís Oliveira Doutorando em Estudos da Criança, especialização em Educação Especial, Instituto de Educação da Universidade do Minho.
  • Marcelino Pereira Professor Associado, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Coimbra.
  • Maria Medeiros Professora Catedrática, Departamento Ciências da Educação da Universidade dos Açores.
  • Ana Serrano Professora Associada, Instituto de Educação da Universidade do Minho.

Resumo

A Perturbação de Hiperatividade/Défice de Atenção (PHDA) caracteriza‑se por manifestações comportamentais que afetam o normal funcionamento/desenvolvimento da criança, do adolescente e do adulto, em diferentes contextos de vida.
Segundo o Manual de Diagnóstico e Estatística das Perturbações Mentais5 (Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders – DSM), a PHDA apresenta a robustez clínica necessária para ser considerada uma perturbação específica do neurodesenvolvimento.
Neste artigo descrevemos as principais características da PHDA, valorizando aspetos relacionados com a epidemiologia, semiologia, comorbilidades e avaliação, mas sobretudo debatemos as alterações operadas aos critérios de diagnóstico no DSM‑5, nomeadamente: especificadores, idade de início, ponto de corte, e comorbilidade com Perturbação do Espectro do Autismo.
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Publicado
2016-02-17
Como Citar
OLIVEIRA, Luís et al. PHDA: O que Há de Novo no DSM‑5. Revista Portuguesa de Pedagogia, [S.l.], p. 75-94, fev. 2016. ISSN 1647-8614. Disponível em: <https://impactum-journals.uc.pt/rppedagogia/article/view/2743>. Acesso em: 26 maio 2019.
Secção
Artigos

Palavras-chave

PHDA; diagnóstico; DSM IV‑TR; DSM‑5; neurodesenvolvimento 1