Quod non est in actis, non est in mundo: mecanismos de disciplina interna e externa no Auditório Eclesiástico de Coimbra
DOI:
https://doi.org/10.14195/1645-2259_9_7Palabras clave:
História da Igreja, Diocese de Coimbra, Justiça Eclesiástica, Auditório Eclesiástico, D. Miguel da AnunciaçãoResumen
Pretende-se com este estudo analisar um dos dispositivos de vigilância e disciplinamento social existentes no mundo moderno, praticamente inexplorado até à data: os tribunais eclesiásticos, vulgarmente designados por Auditórios. Focado concretamente no de Coimbra, este artigo procura, em primeiro lugar, avaliar a produção historiográfica neste domínio. De seguida, apurar algumas dinâmicas internas deste tribunal, com o fito de explicitar o seu modo de funcionamento. Finalmente, abordar detalhadamente um dos mecanismos destinados a expurgar o Juízo Eclesiástico de actos de corrupção e ilegalidade, as devassas, nomeadamente aquela que foi ordenada, em 1741, por D. Miguel da Anunciação.
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